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Felicidade Corporativa: A vantagem Competitiva das Empresas Globais
Palestra

Felicidade Corporativa: A vantagem Competitiva das Empresas Globais

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7 de setembro de 2026 · 20:30 – 21:00YouTubeInstagramBandeira: BrasilBrasilAssistir online

Há uma pergunta que executivos evitam formular em voz alta: quanto custa uma equipe exausta?

Esta palestra responde a ela com pesquisa, prática e experiência internacional. Irany Lacerda reúne uma combinação incomum de repertórios — a formação em Ciências da Felicidade e Psicologia Positiva de um lado, e 22 anos construindo posicionamento de marcas no Brasil e na Europa do outro. É desse cruzamento que nasce sua leitura do tema: a felicidade corporativa não como clima ameno ou pacote de benefícios, mas como fator estruturante de desempenho e de reputação. Nas organizações que atuam globalmente, cuidar de pessoas deixou de ser gesto de generosidade e passou a ser condição de competitividade.

O encontro é também uma porta de entrada para a Ciência da Felicidade: o participante vai entender o que essa área investiga, que evidências já reuniu e por que vem sendo levada a sério por empresas, universidades e governos — bem longe da autoajuda com que às vezes é confundida.

O percurso começa pelo diagnóstico: absenteísmo, presenteísmo, rotatividade elevada, afastamentos por saúde mental e a perda silenciosa de conhecimento quando alguém experiente vai embora. São custos que raramente aparecem organizados numa única linha do orçamento, mas que atravessam toda a operação.

Em seguida, a palestra examina o que efetivamente funciona. A diferença entre iniciativas superficiais e mudanças reais de cultura. O papel decisivo da liderança, que sustenta ou destrói qualquer política de bem-estar. Autonomia, clareza de propósito, segurança psicológica e reconhecimento como elementos que pesam mais do que ações pontuais. E os limites do modelo — porque não existe programa de bem-estar capaz de compensar carga de trabalho insustentável.

Há ainda um fio que percorre toda a conversa: a relação entre cultura interna e marca. Empresas comunicam para fora aquilo que praticam para dentro, e nenhuma campanha sustenta por muito tempo uma narrativa que a experiência dos funcionários desmente.

Ao final, o participante leva uma compreensão prática do tema — capaz de sustentar o argumento diante de uma diretoria, e não apenas de repeti-lo em apresentações institucionais.

Participantes