
PortugalRui Martins Cunha (Chaves, 1965) é advogado, ensaísta, poeta e escritor português. Ao longo do seu percurso, tem desenvolvido uma intervenção cívica marcada pela defesa dos direitos humanos, da democracia e das liberdades fundamentais, princípios que constituem uma presença constante na sua obra literária e ensaística.
Estreou-se nas letras com os ensaios O Cromatismo (1996) e Das Cores em Geral (1998). Em 2022 publicou Vida Salgada – O Mar como Abismo de uma Vida, narrativa histórica inspirada na epopeia da pesca do bacalhau. Em 2024 deu à estampa a coletânea poética Onze de Fevereiro e a obra Sim, fui violada, um testemunho de profundo alcance humano e social. A sua obra integra ainda diversas antologias nacionais de poesia e conto.
Em 2025 foi distinguido, por duas vezes consecutivas, com o Prémio Literário Internacional Suisse Littérature Network, atribuído no Salão Internacional do Livro de Genebra: na 39.ª edição, pela obra Sim, fui violada, e na 40.ª edição, pela obra de investigação Israel, o Irão e a Palestina, dedicada ao conflito no Médio Oriente. No mesmo certame apresentou posteriormente a obra A Grande Invasão: O Islão.
A sua escrita distingue-se pela conjugação entre investigação, memória e criação literária, refletindo um firme compromisso com a dignidade da pessoa humana, a defesa dos direitos humanos, da liberdade e dos valores democráticos.